Dia 31 de 365
Êx 9:1–35, Mt 20:20–34, Pv 8:1–9
Antigo Testamento
1 Então o SENHOR disse a Moisés: Entra a Faraó, e dize-lhe: o SENHOR, o Deus dos hebreus, diz assim: Deixa ir a meu povo, para que me sirvam;
2 Porque se não o queres deixar ir, e os detiverdes ainda,
3 Eis que a mão do SENHOR será sobre teus gados que estão no campo, cavalos, asnos, camelos, vacas e ovelhas, com pestilência gravíssima:
4 E o SENHOR fará separação entre os gados de Israel e os do Egito, de modo que nada morra de todo o dos filhos de Israel.
5 E o SENHOR assinalou tempo, dizendo: Amanhã fará o SENHOR esta coisa na terra.
6 E o dia seguinte o SENHOR fez aquilo, e morreu todo o gado do Egito; mas do gado dos filhos de Israel não morreu um.
7 Então Faraó enviou, e eis que do gado dos filhos de Israel não havia um morto sequer. Mas o coração de Faraó se agravou, e não deixou ir ao povo.
8 E o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Tomai punhados de cinza de um forno, e espalha-a Moisés até o céu diante de Faraó:
9 E virá a ser pó sobre toda a terra do Egito, o qual originará sarna que cause feridas com ulcerações nos homens e nos animais, por toda a terra do Egito.
10 E tomaram a cinza do forno, e puseram-se diante de Faraó, e espalhou-a Moisés até o céu; e veio uma sarna que causava feridas com ulcerações tanto nos homens como nos animais.
11 E os magos não podiam estar diante de Moisés por causa das feridas, porque houve sarna nos magos e em todos os egípcios.
12 E o SENHOR endureceu o coração de Faraó, e não os ouviu; como o SENHOR o disse a Moisés.
13 Então o SENHOR disse a Moisés: Levanta-te de manhã, e põe-te diante de Faraó, e dize-lhe: o SENHOR, o Deus dos hebreus, disse assim: Deixa ir a meu povo, para que me sirva.
14 Porque eu enviarei esta vez todas minhas pragas a teu coração, sobre teus servos, e sobre teu povo, para que entendas que não há outro como eu em toda a terra.
15 Porque agora eu estenderei minha mão para ferir a ti e a teu povo de pestilência, e serás tirado da terra.
16 E à verdade eu te pus para declarar em ti meu poder, e que meu Nome seja contado em toda a terra.
17 Todavia te exaltas tu contra meu povo, para não deixá-los ir?
18 Eis que amanhã a estas horas eu farei chover granizo muito grave, qual nunca foi em Egito, desde o dia que se fundou até agora.
19 Envia, pois, a recolher teu gado, e tudo o que tens no campo; porque todo homem ou animal que se achar no campo, e não for recolhido a casa, o granizo descerá sobre ele, e morrerá.
20 Dos servos de Faraó o que temeu a palavra do SENHOR, fez fugir seus criados e seu gado a casa:
21 Mas o que não pôs em seu coração a palavra do SENHOR, deixou seus criados e seus gados no campo.
22 E o SENHOR disse a Moisés: Estende a tua mão até o céu, para que venha granizo em toda a terra do Egito sobre os homens, e sobre os animais, e sobre toda a erva do campo na terra do Egito.
23 E Moisés estendeu sua vara até o céu, e o SENHOR fez trovejar e cair granizo, e o fogo corria pela terra; e choveu o SENHOR granizo sobre a terra do Egito.
24 Houve, pois, granizo, e fogo misturado com o granizo, tão grande, qual nunca houve em toda a terra do Egito desde que foi habitada.
25 E aquele granizo feriu em toda a terra do Egito todo o que estava no campo, tanto homens como animais; o granizo também feriu toda erva do campo, e quebrou os galhos de todas as árvores daquela terra.
26 Somente na terra de Gósen, onde os filhos de Israel estavam, não houve granizo.
27 Então Faraó mandou chamar a Moisés e a Arão, e lhes disse: Pequei esta vez: o SENHOR é justo, e eu e meu povo ímpios.
28 Orai ao SENHOR: e cessem os trovões de Deus e o granizo; e eu vos deixarei ir, e não vos detereis mais.
29 E respondeu-lhe Moisés: Em saindo eu da cidade estenderei minhas mãos ao SENHOR, e os trovões cessarão, e não haverá mais granizo; para que saibas que do SENHOR é a terra.
30 Mas eu sei que nem tu nem teus servos temereis todavia a presença do Deus o SENHOR.
31 O linho, pois, e a cevada foram feridos; porque a cevada estava já espigada, e o linho em flor.
32 Mas o trigo e o centeio não foram feridos; porque eram tardios.
33 E saído Moisés da presença de Faraó da cidade, estendeu suas mãos ao SENHOR, e cessaram os trovões e o granizo; e a chuva não caiu mais sobre a terra.
34 E vendo Faraó que a chuva havia cessado e o granizo e os trovões, perseverou em pecar, e agravou seu coração, ele e seus servos.
35 E o coração de Faraó se endureceu, e não deixou ir aos filhos de Israel; como o SENHOR o havia dito por meio de Moisés.
Novo Testamento
20 Então se aproximou dele a mãe dos filhos de Zebedeu, com os seus filhos. Ela o adorou para lhe pedir algo.
21 E ele lhe perguntou: O que queres? Ela lhe disse: Dá ordem para que estes meus dois filhos se sentem, um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu Reino.
22 Porém Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu beberei, e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado? Eles lhe disseram: Podemos.
23 E ele lhes disse: De fato meu cálice bebereis, e com o batismo com que eu sou batizado sereis batizados; mas sentar-se à minha direita, e à minha esquerda, não me cabe concedê-lo, mas será para os que por meu Pai está preparado.
24 E quando os dez ouviram isso, indignaram-se contra os dois irmãos.
25 Então Jesus os chamou a si, e disse: Vós bem sabeis que os chefes dos gentios os dominam, e os grandes usam de autoridade sobre eles.
26 Mas não será assim entre vós. Ao contrário, quem quiser se tornar grande entre vós seja o vosso assistente;
27 e quem quiser ser o primeiro entre vós seja o vosso servo;
28 assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas sim para servir, e para dar a sua vida em resgate por muitos.
29 Quando eles saíram de Jericó, uma grande multidão o seguiu.
30 E eis que dois cegos assentados junto ao caminho, ao ouvirem que Jesus passava, clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!
31 E a multidão os repreendia, para que se calassem, mas eles clamavam ainda mais: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!
32 Então Jesus parou, chamou-os, e perguntou: Que quereis que eu vos faça?
33 Eles lhe responderam: Senhor, que nossos olhos sejam abertos.
34 E Jesus, compadecido deles, tocou-lhes os olhos. E logo os olhos deles enxergaram, e o seguiram.
Sabedoria
1 Por acaso a sabedoria não clama, e a inteligência não solta sua voz?
2 Nos lugares mais altos, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas, ela se põe.
3 Ao lado das portas, à entrada da cidade; na entrada dos portões, ela grita:
4 Varões, eu vos clamo; dirijo minha voz aos filhos dos homens.
5 Vós que sois ingênuos, entendei a prudência; e vós que sois loucos, entendei de coração.
6 Ouvi, porque falarei coisas nobres; e abro meus lábios para a justiça.
7 Porque minha boca declarará a verdade; e meus lábios abominam a maldade.
8 Todas as coisas que digo com minha boca são justas; não há nelas coisa alguma que seja distorcida ou perversa.
9 Todas elas são corretas para aquele que as entende; e justas para os que encontram conhecimento.
Texto: Bíblia Livre (BLIVRE).